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Divirta-se!

sábado, 21 de janeiro de 2017

Férias Escolares

Desde o ano passado meu primogênito passa as tardes na escola. Nos primeiros dias foi difícil pra nós dois. Eu apreensiva daqui, ele choroso de lá. A decisão de colocá-lo na escola tão cedo veio da necessidade dele de novidades e companhia de outras crianças e da minha adaptação com o nascimento da irmã.
Passado esse momento inicial, fomos nos acostumando com a rotina e Daniel foi fazendo amizades, desenvolvendo várias habilidades como a fala, brincar junto com os colegas e ficando um pouco mais independente.
Já estava totalmente adaptado no final do ano, quando chegaram as férias. E com elas, surgiu a questão: como cuidar e entreter duas crianças pequenas em tempo integral?
O clima tem ajudado bastante e fez sol e calor na maior parte do tempo. Também contei com a ajuda da família para separar uma graninha para poder passear com os meninos.
Fomos no parque, shopping, clube, teatro e cinema. Também teve passeio na praça e na casa de amigos.


Salvo alguns dias de tédio, principalmente nessa última semana, tem sido melhor do que eu esperava. Fizemos várias atividades com papel, brincamos e até cozinhamos juntos.

É muito bom vê-los crescendo e se divertindo.
Hoje fomos passear em família e me senti imensamente feliz ao ver as carinhas felizes e ouvir as risadas.
Percebi que ter filhos pequenos é trabalhoso, cansativo e muitas vezes chato. Mas passa rápido e quando percebemos já estamos em outra fase, com novas demandas e desafios e o que parecia um problemão já nem está mais tão nítido na nossa memória.
Como diz a música do Palavra Cantada: "Criança não trabalha. Criança dá trabalho!"
É verdade. Mas vou sentir saudades dessas férias divertidas e da convivência intensa que nós tivemos nesses dias.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Penso, logo te julgo

Um dos meus passatempos favoritos é ler. Ultimamente tenho lido mais online, blogs e notícias do que livros de literatura. Acho fascinante a quantidade de coisas que existem que sequer imaginamos, costumes e realidades tão diversas da nossa. A vida real é tão incrível e as pessoas tão únicas e surpreendentes que acabo não me interessando muito por ficção. Por outro lado, histórias de vida, relatos e biografias me instigam. Infelizmente, tenho me espantado com frequência com a quantidade de atrocidades que estão acontecendo no mundo, mesmo fugindo o máximo que consigo de histórias de sofrimento. 
São tantas notícias de corrupção, intolerância e crueldade que é impossível ficar imune a sentimentos negativos relacionados à essas situações. Muitos vezes, nossa primeira reação ao nos depararmos com uma situação ruim é julgar os envolvidos, procurando por culpados. É como se existissem vilões e mocinhos e nós fôssemos juízes capazes e responsáveis por colocar cada um em seu devido lugar. 
Não estou dizendo que devemos relativizar atos de terrorismo, racismo e pedofilia, por exemplo,  mas a vida não é preto no branco. 
É difícil enxergar o lado bom de todos. As vezes até nos questionamos se realmente há um lado bom em certas circunstâncias, mas  é preciso sempre lembrar que ninguém conhece todas as situações, realidades e perspectivas. Mesmo nossas convicções não passam de um ponto de vista que construímos com base nas nossas experiências, crenças e costumes. Nem mesmo a ciência está pronta e acabada. 
Quando julgamos, rotulamos e fazendo isso, reduzimos a pessoa a uma coisa só. Ninguém é uma coisa só. Somos complexos. E é essa complexidade que nos torna tão interessantes e complicados. 
Não acho que somos realmente capazes de nos colocar no lugar do outro. As vezes a vida do outro é tão diferente que não conseguimos nem na imaginação dimensionar suas vivências. Mas somos capazes de escutar, observar e ver. Assim como as crianças fazem. Só é necessário querer...