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Mostrando postagens de 2014

O Que Realmente Vamos Usar Nos Primeiros Meses do Bebê

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Quando estamos à espera de um bebê temos milhões de dúvidas, dentre elas o que comprar para nosso(a) pequetito(a). Como não gosto de frescura comprar coisas desnecessárias, conversei com várias mamães (pessoalmente e online) antes de encher o carrinho. Mesmo assim, acabei demorando para descobrir coisas que facilitaram (muito) minha vida e me arrependendo de ter comprado outras. Uma boa opção é comprar coisas usadas, pois economizamos uma graninha e conseguimos produtos muito bem conservados. Quem faz chá de bebê ou tem amigos/parentes com crianças pequenas também pode herdar ou pedir coisas emprestadas. As necessidades mudam de acordo com o perfil de cada família ou bebê, mas vou listar a seguir algumas coisas que acho indispensáveis.

Bebê Conforto:
Se você tem carro ou vai andar de carro com o bebê, tem que ter. Comprei um convencional, que foi uma maravilha no início. Usávamos até pra sonequinhas dentro de casa. Mas por volta de três meses, Daniel começou a ficar desconfortável nele. …

Receita: Iogurte Frozen de Mamão

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Não sou muito fã de mamão, mas aí vai uma receita super fácil e saborosa, ideal pra esse calorão.

Ingredientes:


1/2 Mamão Papaya
1 Copo de Iogurte Natural Mel, açúcar ou leite condensando (a gosto)

Modo de fazer:


Bata todos os ingredientes no processador ou liquidificador usando a função "pulsar", pra deixar uns pedacinhos. Adocei com leite condensando (gordice).
Coloque em um recipiente, cubra com papel filme e coloque no congelador por aproximadamente duas horas. Retire do congelador 5 minutos antes de servir.



Dica da Jack: Se você congelar o mamão e o iogurte antes, fica pronto mais rápido.


Também dá certo com banana e morango, mas o de mamão é o mais gostoso.



Aprendi a fazer essa delícia com minha querida irmã Silvia.


Fonte: Ana na Cozinha



Eu vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes...*

Quando me diziam que ter um filho muda tudo eu não tinha a menor idéia do que isso significava. Claro que eu imaginava que cuidar de uma criança demandava tempo e dedicação,  mas não imaginava o impacto subjetivo que ser mãe teria na minha vida. Sempre fui muito curiosa, gosto de ler e estudar e mesmo antes de estar grávida lia muito sobre o assunto. Conversava com outras mães e tinha um monte de idéia e coisas planejadas na minha cabeça. Ia amamentar exclusivamente,  se não rolasse daria mamadeira. Assim, sem stress. Aí o menino nasceu,  o leite não desceu e eu comecei a chorar copiosamente porque não queria deixá - lo com fome, mas também não queria dar mamadeira, pois o leite materno é o melhor alimento pro bebê. Eis o primeiro drama da maternidade: a realidade nem sempre corresponde à nossa expectativa. Mamou, engordou e tocamos a vida. Chegou a hora de planejar o retorno ao trabalho. Sempre valorizei trabalhar,  ter meu dinheiro... Ele ia ficar no berçário,  como vários outros bebês…

Cinema com bebê

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Dizer que depois que se tem filhos não temos tempo pra quase nada é chover no molhado. Sempre fui cinéfila, mas desde que o neném chegou, ir ao cinema se tornou algo bem distante e complicado... Mas graças ao CineMaterna isso foi possível e muito agradável. No mês passado fui com o maridão e nosso pequeno Daniel (com dois meses na época) a uma sessão promovida especialmente para as mamães. Tivemos também a companhia de uma amiga, que foi quem me apresentou ao CineMaterna (obrigada, Thais!) e sua linda filhinha, Maya.



O CineMaterna é uma organização sem fins lucrativos que promove sessões especiais de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes também podem participar. Os filmes exibidos em geral são de temática adulta - portanto, entretenimento para mães e pais, mas em ambiente especialmente preparado para os bebês, com ar condicionado fraquinho, som mais baixo, luz ambiente e trocadores nas salas. 
É muito legal. Nosso neném mamou e dormiu o filme quase todo e eu…

Perguntara-me se acredito em Deus*

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De acordo com o senso comum, religião não se discute. Mas pra mim, esse sempre foi um assunto muito interessante. Não gosto das discussões acaloradas que tem por pretensão dizer o que é certo ou errado, ao contrário, gosto de ouvir sobre as experiências que as pessoas tem com sua espiritualidade.  É fascinante observar as diversas possibilidades de crenças e como elas fazem diferença na vida das pessoas. Conheço pessoas que mudaram pra melhor depois que se converteram a determinda religião, mas também conheço pessoas que se tornaram insuportavelmente machistas, fundamentalistas e obssessivas pelo mesmo motivo. Conversando com as pessoas é fácil notar como a crença espiritual é presente na nossa cultura. Na padaria ou numa consulta com o médico não é raro ouvir as expressões "vá com Deus" ou "se Deus quiser". Sempre me pego pensando nesse assunto. Ainda não cheguei a nenhuma conclusão, mas fiz algumas observações que vou compartilhar com vocês: 1 - Não importa sua cren…

Desapegue!

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Segundo o dicionário online Priberam, desapegar: 1. Despegar. 2. Fazerperderaafeiçãoa. 3. Perderaafeiçãoa. 4. Perderointeresse, oempenhopor. 5. Largar; soltar-se; desagarrar-se.  Recentemente, como alternativa ao mundo consumista esse termo ganhou outro sentido, incentivando a troca e/ou venda de coisas que não usamos mais, através de comunidades nas redes sociais, feiras, bazares, brechós (existem vários brechós onlines onde se pode encontrar coisas de qualidade por um precinho camarada). Já tem algum tempo que adotei a filosofia da rotatividade. Funciona assim: Se compro ou ganho uma peça de roupa, escolho outra no guarda-roupas para doar. Esse conceito também serve para sapatos, brinquedos, livros...  E é exatamente sobre esse último que quero falar: Livros! Guardar livros na estante para pegar acumular poeira não faz o menor sentido. A função do livro é ser lido, relido e não se tornar um objeto obsoleto. Pensando nisso surgiu um projeto super bacana aqui em BH. Trata-se do Ponto do Li…

Escolaridade: Superior Completo

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Entro no face e checo as notificações. Fui marcada em um convite de formatura. Mais um amigo concluindo a graduação. Um marco na vida de uma pessoa. Há um ano eu também alcançava esse marco. Conquistar uma vaga em uma universidade federal e concluir um curso superior foi algo importante pra mim, que estudei a vida inteira em escola pública e vivenciei a precariedade da educação ao longo da minha vida escolar. Fui a primeira da minha família a terminar a faculdade. Mais do que conhecimento técnico da área que me formei a universidade me proporcionou diversas experiências que fizeram a diferença na minha vida.  Conheci pessoas que jamais conheceria em outros ambientes. Algumas extremamente humanas e sábias,  outras com a sensibilidade de uma porta de madeira maciça,  apesar dos vários títulos que ostentavam. Aprendi mais com os colegas e com as pessoas que fui encontrando pelos caminhos do que na sala de aula. Percebi que a universidade ainda é um lugar elitizado e que o conhecimento produ…

Como Me Tornei Mãe - Relato de Parto Normal Hospitalar

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A gravidez é um momento muito especial na vida de uma mulher. Muitas mudanças acontecem no nosso corpo e na nossa vida com a expectativa da chegada de uma criança e do papel de ser mãe. Junto com a expectativa cresce também a ansiedade e a incerteza quanto ao que está por vir, especialmente em relação ao parto. Não é raro ouvirmos relatos terríveis de experiências trágicas quanto ao parto normal, o que acaba por criar em nossa mente o conceito de que o parto cesariana é mais seguro e mais fácil, então pra quê arriscar passar pelo trabalho de parto e correr o risco de viver todo aquele horror com desfechos infelizes que tanto nos contaram? Eu passei por todos esses questionamentos durante minha gravidez, mas dentro de mim existia uma vontade muito grande trazer meu bebê ao mundo no tempo dele e de participar desse momento junto com meu marido, de seguir meus instintos. Sendo assim vou compartilhar com vocês minha experiência de parto normal hospitalar.
Estávamos tentando engravidar havi…

Filme do Dia: E se vivêssemos todos juntos? (Et si on vivait tous ensemble?)

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Já tinha um tempinho que queria assistir esse filme, mas não tinha tido oportunidade ainda. Ontem resolvi assistir e acrescentei mais um filme a minha lista de dramas leves que valem a pena.
O filme  tem umas partes engraçadas, mas não é exatamente uma comédia e fala sobre um tema que eu adoro: o envelhecimento. Tá aí uma boa pedida pra um sábado a tarde.



Sinopse: Annie (Geraldine Chaplin), Jean (Guy Bedos), Claude (Claude Rich), Albert (Pierre Richard) e Jeanne (Jane Fonda) estão ligados por uma forte amizade que já dura mais de 40 anos.

Quando a memória falha, a velhice mostra sua força e o fantasma da casa de repouso vem assombrá-los, eles decidem viver juntos. O projeto parece loucura, mas a convivência traz velhas lembranças, novas perspectivas e um novo desafio: viver em república com mais de 75 anos.


Veja o Trailer

Fonte: http://telecine.globo.com/filmes/e-se-vivessemos-todos-juntos/